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Ano da safra: 2008/09 | Categoria:

Autor: Edson R. de Andrade Junior

Destruição Química da Soqueira do Algodão no Mato Grosso.

O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência de herbicidas na destruição de soqueira do algodoeiro em condições de campo no estado de Mato Grosso. Foram instalados 4 experimentos nos municípios de Sorriso,um na fazenda Celeste e outra na Fazenda São José; no município de Campo Verde na Fazenda Marabá e no Município de Sapezal na Fazenda Agro Sam. O delineamento foi de blocos ao acaso com 4 repetições 20 tratamentos. Foram realizadas até duas aplicações de herbicidas, sendo que a realização destas variou de acordo com o tratamento. Como o vazio sanitário no estado de Mato Grosso, estabelece que o rebrote de plantas do algodoeiro seja zero durante o seu período, a máxima eficiência foi atingida pelos tratamentos 11 (2 aplicações de 2,4 D na dose de 2 L/ha + glifosato na dose de 1 Kg/ha) e 12 (2 aplicações de 2,4 D na dose de 2 L/ha + glifosato na dose de 2 Kg/ha), pois ambos apresentaram na última avaliação 0% de rebrote nos dois experimentos. Em condições de baixo índice de rebrote, apenas uma aplicação de 2,4 D + Glifosato (2 L/ha + 2 Kg/ha), tratamento 5, foi suficiente para manter o nível de 0% de rebrote. O tratamento 13, duas aplicações de 2,4 D + Glufosinato (1 L/ha + 1 L/ha), em ambos os experimentos apresentou um rebrote inferior a 5% o que mostra que esse tratamento também pode ser uma opção para uso na destruição química de soqueira, necessitando apenas de um ajuste de dosagem.

Ano da safra: 2008/09 | Categoria:

Autor: Edson R. de Andrade Junior

Avaliação de inseticidas no controle de lagarta falsa-medideira no algodoeiro em Campo Verde – MT

A lagarta falsa-medideira vem causando grandes danos a cultura do algodoeiro. O objetivo deste experimento foi avaliar a eficiência dos principais inseticidas utilizados no controle de lagarta falsa-medideira em condições de campo. O delineamento foi de blocos ao acaso, com 10 tratamentos e 4 repetições, instalado na Fazenda Mourão em Campo Verde – MT. Os tratamentos e doses foram: 1- Polo 500 SC (0.6 l/ha); 2- Avaunt 150 (0.5 l/ha); 3- Talstar 100 CE (0.5 l/ha); 4- Lannate BR (1.2 l/ha); 5- Dissulfan CE (1.5 l/ha); 6- Curacron (0.8 l/ha); 7- Fury 200 EW (0.13 l/ha); 8- Karate Zeon 250 CS (0.12 l/ha); 9- Match EC (0.8 l/ha); 10- Testemunha (sem inseticida). Aos 10 dias após a aplicação, os inseticidas Talstar e Avaunt apresentaram um bom controle de lagarta falsa-medideira, com mais de 85% de eficiência.

Ano da safra: 2008/09 | Categoria:

Autor: Edson R. de Andrade Junior

Influência do número de aplicações de fungicidas no controle de ramularia no algodoeiro, em Primavera do Leste – MT

A ramularia (Ramularia areola) é a principal doença na cultura do algodoeiro. O objetivo deste trabalho foi avaliar o número de aplicações de fungicida no controle de ramularia em dois cultivares de algodoeiro em condições de campo. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, em esquema fatorial 2X7, 2 cultivares (DeltaOpal suscetível e BRS Buriti moderadamente resistente a ramularia) e 7 tratamentos (testemunha, 1 aplicação, 2 aplicações... até 6 aplicações), com 4 repetições, sendo cada uma representada por 4 linhas de 6 m. Foram realizadas até 6 aplicações, variando de acordo com os tratamentos, espaçadas em 15 dias. Foram realizadas 7 avaliações baseadas em escala de notas de 1 a 5 crescentes com a severidade dos sintomas, uma antes de cada aplicação e uma final realizada 15 dias após a última aplicação. O controle químico proporcionou diminuição da severidade da doença para as duas cultivares. No entanto, na suscetível, a severidade diminuiu linearmente com o aumento do número de aplicações até a quantidade máxima utilizada (6), enquanto a cultivar moderadamente resistente não se observou diminuição da severidade da doença a partir da terceira aplicação de fungicida.

OBS: Trabalho publicado no Congresso Brasileiro de Fitopatologia/2009.

Ano da safra: 2008/09 | Categoria:

Autor: Edson R. de Andrade Junior

Controle químico da mancha de ramulária no algodoeiro em Campo Verde - MT

A mancha de ramulária (Ramularia areola) é uma das principais doenças na cultura do algodoeiro. O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência dos fungicidas mais utilizados em diferentes combinações no controle da mancha de ramulária no algodoeiro em condições de campo. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, com 10 tratamentos e 4 repetições, sendo cada repetição representada por 4 linhas de 10 m. Foram realizadas até 5 aplicações, variando de acordo com os tratamentos, em intervalos de 15 dias. Foram realizadas 6 avaliações baseadas em escala de notas de 1 a 5 crescentes com a severidade dos sintomas, uma antes de cada aplicação e uma final realizada 15 dias após a última aplicação. Os melhores tratamentos, considerando todas as avaliações, no controle da severidade mancha de ramulária foram: 3 - Ciproconazole & Azoxystrobin / Hidróxido de Fentina + Difeconazole / Ciproconazole & Azoxystrobin / Difeconazole;5 - Tebuconazole & Trifloxistrobin / Hidróxido de Fentina + Difeconazole / Tebuconazole & Trifloxistrobin / Tetraconazole;7- Epoxiconazole & Piraclostrobin / Hidróxido de Fentina + Difeconazole / Epoxiconazole & Piraclostrobin / Piraclostrobin + Metconazole / Metconazole.

Ano da safra: 2008/09 | Categoria:

Autor: Edson R. de Andrade Junior

Influência do número de aplicações de fungicidas no controle de ramulária em duas cultivares de algodoeiro, em Campo Verde - MT

O objetivo deste trabalho foi avaliar o número de aplicações de fungicida no controle de ramulária em dois cultivares de algodoeiro, um susceptível e um moderadamente resistente, em condições de campo.O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, em esquema fatorial 2X7, 2 cultivares (DeltaOpal suscetível e BRS Buriti moderadamente resistente a ramulária) e 7 tratamentos (testemunha, 1 aplicação, 2 aplicações até 6 aplicações), com 4 repetições, sendo cada uma representada por 4 linhas de 10 m. Foram realizadas até 6 aplicações, variando de acordo com os tratamentos, espaçadas em 15 dias. Foram realizadas 7 avaliações baseadas em escala de notas de 1 a 5 crescentes com a severidade dos sintomas, uma antes de cada aplicação e uma final realizada 15 dias após a última aplicação. Na avaliação final observou-se que para a variedade susceptível foram necessárias 5 aplicações de fungicidas para atingir os menores índices de severidade, enquanto que para a variedade moderadamente resistente foram necessárias apenas 3 aplicações para atingir o menor nível de severidade de ramulária.

Ano da safra: 2008/09 | Categoria:

Autor: Edson R. de Andrade Junior

Influência do número de aplicações de fungicidas no controle de ramulose no algodoeiro, em Primavera do Leste – MT

A ramulose (Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides) é uma das principais doenças  na cultura do algodoeiro, com isso o objetivo do trabalho foi avaliar o número de aplicações de fungicida no controle dessa doença em dois cultivares de algodoeiro sob condições de campo. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, em esquema fatorial 2X4, 2 cultivares (CD 02-621 suscetível e IAC 25 RMD resistente a ramulose) e 4 tratamentos (testemunha, 1 aplicação, 2 aplicações e 3 aplicações de Piraclostrobin), com 4 repetições, cada uma representada por 4 linhas de 6 m. Foi realizada uma inoculação, na concentração de 2 x 106 conídios/mL, 15 dias antes do início das aplicações dos tratamentos. Foram realizadas até 3 aplicações, variando de acordo com os tratamentos, espaçadas em 15 dias. As avaliações (escala de notas de 1 a 5 crescentes com a severidade dos sintomas), 4, foram feitas, uma antes de cada aplicação e uma final realizada 15 dias após a última aplicação. Após análise de variância as médias dos tratamentos foram comparadas pelo teste de Tukey (5%).  Concluiu-se que para a cultivar resistente apenas uma aplicação foi suficiente para o controle de ramulose, já para a suscetível, foram necessárias 3 aplicações para manter a ramulose em níveis aceitáveis (lesão estrelada).

 OBS: Trabalho publicado no Congresso Brasileiro de Fitopatologia/2009.

Ano da safra: 2008/09 | Categoria:

Autor: Edson R. de Andrade Junior

Uso do regulador de crescimento no tratamento de semente do algodoeirocom diferentes materiais em Primavera do Leste - MT

O objetivo deste trabalho foi avaliar a efeito de doses do regulador de crescimento, cloreto de mepiquat, no tratamento de semente de algodão em diferentes genótipos em condições de campo, visando controlar o crescimento da planta desde a emergência. O delineamento foi de blocos ao acaso em esquema fatorial 16 X 4 (16 genótipos e 4 doses de regulador), com 4 repetições, onde cada parcela era constituída de 4 linhas de 12 metros com espaçamento entre linha de 0,45 m. O tratamento de semente foi realizado primeiramente com o regulador nas doses testadas, em seguida as sementes foram secas na sobra por 24 horas, após esse período foi realizado o tratamento fungicida/inseticidas e secas novamente em sobra por 24 horas. Foram realizadas 3 avaliações aos 12, 25 e 44 dias após a emergência, onde foi avaliada a altura de 5 plantas previamente marcadas em cada parcela. O tratamento de semente com cloreto de mepiquat nas doses de 3, 6 e 9 g i.a./Kg de semente pode ser utilizado como ferramenta no controle da altura do algodoeiro, sendo que o aumento da dose de regulador ocasionou uma redução proporcional da altura das plantas.

Ano da safra: 2008/09 | Categoria:

Autor: Alberto Francisco Boldt

Melhoramento genético de soja

Com o objetivo de avaliar o desempenho de linhagens de soja do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt) foram conduzidos 40 ensaios comparativos de linhagens nos municípios de Primavera do Leste, Pedra Preta e Lucas do Rio Verde. Em Primavera do Leste os ensaios foram conduzidos no Campo Experimental do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt) e em Pedra Preta e Lucas do Rio Verde, nas fazendas Farroupilha (Serra da Petrovina) e Boa Esperança, respectivamente. As linhagens são originadas do programa de melhoramento da BS Genética e Melhoramento com sede em Rondonópolis MT. Foram realizados dois tipos de ensaios: Ensaio de Avaliação Final (VCU) e Ensaio de Avaliação Intermediária. Ambos constituídos por dois tipos de linhagens: convencionais e tolerantes ao glyphosate (RR). Cada ensaio foi constituído por 32 tratamentos (linhagens e variedades testemunhas). O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados com três (3) repetições. A parcela experimental foi constituída por quatro (4) linhas de cinco (5) metros de comprimento, sendo a parcela útil composta por duas (2) fileiras centrais de quatro (4) metros. As características avaliadas nos ensaios foram: Altura de planta (cm), Altura de inserção da primeira vagem (cm), Cor da flor, Cor da pubescência, Míldio, Grau de acamamento, Haste verde, Dias para floração, Dias para Maturação e Produtividade (kg/ha). As linhagens avaliadas tiveram um bom comportamento nos ensaios, sendo superiores às testemunhas (variedade comerciais) e apresentaram características adequadas para o cultivo nas localidades onde foram avaliadas.

Ano da safra: 2009/10 | Categoria:

Autor: Lúcia Madalena Vivan

Flutuação populacional de Bemisia tabaci biótipo B (Homoptera: Aleyrodidae) no sistema produtivo com ênfase no algodoeiro no estado do Mato Grosso.

A mosca branca Bemisia sp., descrita como B. tabaci e B. tabaci  biótipo B (B. argentifolli) tem comprometido economicamente a cultura algodoeira  apesar dos elevados níveis de tecnificação do Estado. Trata-se de um inseto polífago, com ampla gama de plantas hospedeiras, incluindo-se culturas de expressão econômica e plantas da vegetação espontânea. Atualmente no Brasil, pode-se destacar a importância econômica de B. tabaci biótipo B, para as culturas do algodoeiro, melão melancia, abóboras, feijão, batata, hortaliças, ornamentais e tomate. O manejo de B. tabaci biótipo B tem se tornado um grande desafio, pois sua dispersão entre as culturas, seu alto potencial reprodutivo, hábito polífago, a resistência a inseticidas e o seu comportamento de se alimentar e permanecer na parte abaxial das folhas dificulta seu controle. Em razão dos problemas causados pelos inseticidas no agroecossistema, como a contaminação do ambiente e a diminuição da população de inimigos naturais, métodos alternativos de controle de mosca branca vem sendo estudados. O manejo do sistema de cultivo é importante, pois atualmente ocorre uma oferta de alimento durante todo o ano. Durante o período de entressafra nos três anos de avaliação observou-se população, em plantas daninhas como guanxuma e altas populações de adultos e ninfas em plantas de mentrasto e joá de capote e ....., e confirmam que para controle de mosca branca é importante o manejo deste inseto no sistema de plantio.  Nos ensaios com produto químicos os resultados mostraram que determinados produtos controlam a população de mosca branca, mas não oferecem um período residual satisfatório e muitas vezes há necessidade de produtos que controlam as ninfas, principalmente quando ocorre a colonização do inseto na cultura, esse fato foi observado para as culturas de soja e algodão. Na cultura do algodoeiro, no sistema de plantio adensado observou-se que o controle e o período residual foi inferior quando comparado com o sistema de plantio convencional. Assim, para mosca branca é importante controlar a população dentro do sistema de plantio e acabar com o cultivo de plantas altamente suscetíveis à praga na entressafra, que funcionam como “ponte biológica”, preferindo-se gramíneas como alternativa de rotação, por exemplo.

Ano da safra: 2009/10 | Categoria:

Autor: Lúcia Madalena Vivan

Impacto do Tubo Mata Bicudo sobre populações de bicudo nos refúgios no período de entressafra, 2008-09 e 2009-10

No Brasil, estima-se que a entomofauna associada à cultura do algodão inclui cerca de 259 espécies de insetos das quais 12 são consideradas pragas importantes juntamente com três espécies de ácaros fitófagos. Atualmente, o bicudo-do-algodoeiro é a praga de maior incidência na cultura do algodão e com maior potencial de dano.  Os danos causados por este inseto são observados nos botões florais que se tornam amarelecidos após o dano, as brácteas se abrem e secam prematuramente e os botões florais caem no solo; botões florais atacados próximos à abertura permanecem fechados adquirindo o aspecto de balão. O objetivo do presente estudo foi comparar a população de bicudos antes da instalação de TMB nas áreas de refúgio durante a entressafranos anos de 2008/09 e 2009/10; e comparar o número de insetos coletados em armadilhas após a utilização de TMB nos dois anos. Conseguindo manejar as populações dos refúgios, diminuindo-as a pequenos níveis, haverá maior possibilidade de controle na época do inicio do cultivo e os danos econômicos durante o cultivo poderão ser evitados. No primeiro ano de estudo apopulação de bicudos apresentou redução nas áreas com instalação de TMB no período de entressafra, com população média de 1,8 bicudos/armadilha durante o período de 7 semanas, já a área sem a instalação de TMB apresentou população média de 5,4 bicudos/armadilha durante o mesmo período de avaliação.No segundo ano de estudo a destruição de soqueiras atrasou três meses em um talhão de algodão adensado de 150 há, neste talhão houve crescimento e produção de grande número de bicudos que migraram para os refúgios quando o alimento tornou-se escasso e a destruição de soqueira foi realizada. Apesar disso, observou-se redução da população de bicudos presente no período de pré-instalação de TMB sendo de 12,60 insetos, sendo inferior quando comparada a população presente no mesmo período no primeiro ano de avaliação que foi de 142,25 insetos.  No entanto, devido a fatores como plantas de algodão vivas, rebrota de soqueiras e período mais chuvoso que favoreceram a permanência dos insetos nas áreas e que estes não migrassem para o refúgio fez com que no período de avaliação das armadilhas, antes do plantio de algodão, a população observada foi superior ao ano anterior, sendo de 3,6 insetos na média para o período de sete semanas de avaliação, quando comparada a população presente no primeiro ano com instalação de TMB. Este fato demonstra que a utilização do TMB durante o período da entressafra do algodoeiro auxilia na redução populacional do inseto nas capturas 60 dias antes do plantio em armadilhas com ferômonio e, consequentemente no cultivo seguinte. No entato, há necessidade de realizar os tratos culturais requeridos como destruição de soqueiras, colheita rápida em toda a área, porque sem a medidas complementares o manejo de entressafra poderá ficar prejudicado e não reduzir satisfatoriamente a população de bicudos.

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